Pouco caso faz parte de quem só ama no raso,
pois quem ama no profundo é
quem sustenta o mundo.
Esse alicerce de profundidade só pertence
a quem ama de verdade.
Em toda história vai ter toda essa dualidade, portanto quem faz pouco caso do que você oferece.
Não merece nem uma parte do que você é.
As desculpas esfarrapadas consequentes são de quem agiu consciente, e virão para justificar o óbvio em benefício próprio,
culpando sempre o tal do relógio.
E as vezes até o esquecimento, mas isso não é atraso de momento é atraso de sentimento.
Não é nem contemporâneo, é subterrâneo,
é a escravidão substancial, é a escravidão mental forjada pelo sistema, que coloca o tempo como problema, mas na verdade é mais um dilema, que você vai enfrentar,
com os poucos casos que na vida vão lhe dar.
Não tenha pena e saia de cena
para observar e se preservar.
Essa é a alternativa construtiva,
e não precisa de explicativa, pois cada um tem consciência dos seus atos e
de todos os poucos casos.