Julgar sem ao menos parar
e conversar para conhecer,
é o preconceito disfarçado na sua forma de ser.
Isso faz você perder oportunidades de viver algo imprescindível e extraordinário,
que pode mudar e desvincular rótulos criados na sociedade,
até em cenários que se tornaram traumas na atualidade,
presenciados ou não e vividos ou não na realidade de cada ser.
Porque, justamente o julgamento vêm principalmente de quem
não viveu nem presenciou,
vêm de quem só escutou e já rotulou,
de quem está cego.
O julgamento escurece sua visão e te faz perder,
ou seja, o julgamento não lhe deixa viver.
Julgar é estar cego, julgar faz parte seu ego, do seu íntimo.